Olhares Podcast | Ep #012 A cultura do estupro
535
post-template-default,single,single-post,postid-535,single-format-standard,ajax_fade,page_not_loaded,,vertical_menu_enabled,qode-title-hidden,qode_grid_1300,side_area_uncovered_from_content,qode-content-sidebar-responsive,qode-theme-ver-10.1.1,wpb-js-composer js-comp-ver-4.12,vc_responsive

Ep #012 A cultura do estupro

Se preferir, clique aqui para baixar o episódio

Os crimes de estupro ultrapassam todo um contexto jurídico. O próprio conceito de estupro foi construído ao decorrer dos anos, seja juridicamente, seja culturalmente, seja socialmente.  Precisamos entender o estupro como algo que atinge um grupo, que é principalmente formado por mulheres e, ainda, que a criatividade humana ultrapassa todos esses conceitos. Seria isso parte de uma cultura do estupro? Mas, afinal, cultura não deveria ser coisa boa? Peraí, precisamos sair do senso comum pra perguntar: o que é cultura?

Nossas Convidadas

Liz-Elainne de Silvério – Promotora de justiça do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios e Coordenadora do Núcleo de Gênero Pró-Mulher e Núcleo de Direitos Humanos do MPDFT.

Izis Morais Lopes dos Reis – graduada em Serviço Social pela Universidade de Brasília, mestre  e doutora em Antropologia Social na mesma Universidade. Tem experiência em pesquisa, especialmente nas áreas de Gênero, Violência e Justiça.  Atualmente, é professora universitária e chefe do Setor de Análise Psicossocial da Promotoria de Justiça de Recanto das Emas do Ministério Público do DF e Territórios

Caleidoscópio
  • Hope (Whish – So-won)
  • Sou Comum – Chloé Fontaine
  • Filme Spotlight – segredos revelados
  • Filme The India’s Daughter
  • Livro #Meu amigo secreto, do coletivo Não Me Kahlo
  • Lia Zanotta Machado – Sexo, estupro e purificação
  • Rita Laura Segato – A guerra contra as mulheres
  • Lia Zanotta Machado –  Violência conjugal: os espelhos e as marcas
  • Eliane Reis de Andrade – Os (não) limites entre o público e o privado em tempos de convergência midiática: o estupro coletivo no Rio de Janeiro entendido como um acontecimento.
  • Débora de Carvalho Figueiredo. Vítimas e vilãs,“monstros” e “desesperados”: como o discurso judicial representa os participantes de um crime de estupro.

 

O olhares está participando da campanha #LEIANOVOSBR e nesse episódio indicamos um livro para você conhecer!

Esse artigo foi motivado pela Campanha #LeiaNovosBr, é uma campanha criada pela Domenica [Leitor Cabuloso] e Basso [Covil de Livros] para apresentar novas e novos escritores nacionais para o grande público, a qual o Olhares Podcast também faz parte.

Nesse mês de Setembro, dezenas de podcasts e canais vão lançar indicações e resenhas de livros que você precisa ler! Então, se você quer conhecer novos autores e sair do mainstream, procure pela hashtag #LeiaNovosBr e descubra muita gente boa que está escrevendo atualmente em nosso país!

 

Assine o Olhares Podcast:

iTunes | Agregador para Android

Siga, curta, comente e compartilhe: