Olhares Podcast | Ep #024 Existe feminismo indígena?
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Feminismo Indígena

Ep #024 Existe feminismo indígena?

Se preferir, clique aqui para baixar o Episódio

Nesse episódio procuramos trazer para nossos ouvintes um pouco da realidade das mulheres indígenas brasileiras, quais suas principais pautas. Ter hoje uma candidata indígena à vice-presidência significa muito para esse movimento social, especialmente para as mulheres.
Falar de mulheres indígenas é dizer que há feminismo indígena? Essa foi a nossa principal dúvida, e você pode aprender um pouco mais sobre essa realidade aqui também.

Nossas convidadas

Braulina Aurora Baniwa da aldeia Baniwa, situada na fronteira do Brasil com a Colômbia e Venezuela, no Alto Rio Negro/Guainía, estudante de antropologia na Universidade de Brasília e presidenta da Associação de Estudantes Indígenas da UnB.

Valéria Paye da aldeia Kaxuyana, situada na região Tucumaque, no Pará, na fronteira entre Brasil e Suriname, Bacharel em sociologia pela Universidade de Brasília.

 

Caleidoscópio e links citados no episódio

 

Música utilizada na abertura do Episódio:
I dunno by grapes (c) copyright 2008 Licensed under a Creative Commons Attribution (3.0) license.
http://dig.ccmixter.org/files/grapes/16626 Ft: J Lang, Morusque

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  • Marcus Vinicius Lima Martins

    Me incomodou quando a Braulina e Valéria falaram sobre pensar sobre o conceito de feminismo e a Aline colocou prontamente que “sim, existe feminismo indígena”. Soou uma tentativa de adequar a uma visão eurocentrica ou embraquecida de cosmovisões diferentes. Parecem iguais numa leitura rápida, mas pelo que entendi os caminhos epistemologicos são diferentes.

    • Marcus, vou concordar com seu posicionamento. Reouvindo o episódio, cometi sim essa falha. Desde a gravação desse episódio tenho pensado como existem maneiras diferentes de posicionar os discursos e neste sentido houve sim esse direcionamento, mas resolvi manter mesmo assim o episódio. Não vou me eximir desta falha e admito que a cada dia tenho trabalhado para fugir desta visão socialmente construída. Obrigada pela sua observação, ficarei mais atenta nas próximas.